Desenvolver competências para atuação qualificada no Depoimento Especial conforme o Protocolo Brasileiro de Entrevista Forense.
90 horas
21/05 a 04/08/2026
Reconhecer de forma crítica as suas responsabilidades no processo de vitaliciamento, analisando os procedimentos de orientação, acompanhamento e avaliação do Promagis, validando a importância da preceptoria, dos feedbacks e da rede de apoio para o desenvolvimento de competências, e culminando com a descrição de um problema da realidade para construção de plano de intervenção, contribuindo para o efetivo cumprimento do programa e adequação profissional.
15 horas
Desenvolver a capacidade de utilizar o sistema eproc no contexto das unidades judiciárias, por meio da execução de atividades simuladas, da organização de rotinas de trabalho e da construção e alinhamento de fluxos processuais, favorecendo a aplicação prática das funcionalidades do sistema e a melhoria dos processos de trabalho.
30 horas
Desenvolver a capacidade de utilizar o sistema eproc no contexto das unidades judiciárias, por meio da execução de atividades simuladas, da organização de rotinas de trabalho e da construção e alinhamento de fluxos processuais, favorecendo a aplicação prática das funcionalidades do sistema e a melhoria dos processos de trabalho.
30 horas
Desenvolver a capacidade de utilizar o sistema eproc no contexto das unidades judiciárias, por meio da execução de atividades simuladas, da organização de rotinas de trabalho e da construção e alinhamento de fluxos processuais, favorecendo a aplicação prática das funcionalidades do sistema e a melhoria dos processos de trabalho.
30 horas
Ao final de toda a formação, que incluirá a etapa a distância e o estágio supervisionado, o aluno deverá ser capaz de empregar adequadamente os métodos consensuais de solução de conflitos, em especial a mediação e a conciliação no âmbito judicial, com vistas à pacificação social e ao amplo acesso à justiça, objetivos principais da Política Judiciária Nacional de tratamento adequado de conflitos, instituída pela Resolução n. 125, do Conselho Nacional de Justiça, de 29 de novembro de 2010.
63 horas
O curso tem como objetivo a formação inicial de facilitadores em Justiça Restaurativa, habilitando-os para realização de círculos não conflitivos, de modo presencial ou on-line, observados os princípios e fundamentos da Justiça Restaurativa e os ditames da Resolução n.º 225 do CNJ.
40 horas
Desenvolver as competências e habilidades necessárias para o desempenho das atividades relativas ao cumprimento de mandados judiciais no âmbito do Tribunal de Justiça, na forma prevista na legislação.
40 horas